Pandemia

A gripe espanhola não começou na Espanha, mas sim em uma base militar americana em março de 1918. Em duas semanas, 1000 militares foram contaminados. Em pouco tempo, o vírus influenza H1N1, responsável pela epidemia, se espalhou pelos Estados Unidos e, com os soldados americanos que viajavam para a guerra na Europa, chegou ao velho mundo, de onde se disseminou e se tornou a mais recente pandemia de que tínhamos notícia antes da atual, causada pelo coronavírus.

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Afrodescendente

O envio de escravos africanos para a América foi, sem dúvida, um dos maiores movimentos populacionais da história e a maior emigração por mar antes da grande emigração europeia, também para as Américas, que se desenvolveu justamente na medida em que o tráfico de escravos no Atlântico conheceu seu fim. _ História da África e dos africanos – Analúcia Danilevicz Pereira, Luiz Dario Teixeira Ribeiro, Analúcia D. Pereira, Paulo F. Visentini, Luiz D. Ribeiro

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Velda

Há 17 mil anos, as planícies da Europa setentrional estavam completamente desertas; toda a vida, animal e humana, estava espremida na Ucrânia, no sul da França, na Itália e na Península Ibérica. Velda, a quarta das sete filhas [de Eva], viveu no norte da Espanha nas montanhas da Cantábria, alguns quilômetros além do que é hoje o porto de Santander. _ Sykes, Brian. As Sete filhas de Eva. Editora Record, 2003.

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Herdeiro

No dia vinte e sete do mês de junho de mil oitocentos e sessenta e sete pelas duas horas da noite em uma casa sem número nesta freguesia de São João da Pesqueira, concelho da mesma, Diocese de Lamego, faleceu António Júlio Pinto Ferreira, solteiro, de idade pouco mais ou menos trinta e cinco anos, proprietário, Bacharel em Direito, natural da Pesqueira, meu paroquiano, morador na Rua de Albergaria; não recebeu Sacramento algum da Santa Madre Igreja Romana; não fez testamento e foi sepultado no cemitério público. Para constar lavrei em duplicado o presente assento, que assinei. Era ut supra.

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Ötzi

Em 19 de setembro de 1991, um casal alemão em férias nos Alpes, entre Suíça e Itália, deparou-se com o que parecia ser um cadáver cujo tronco emergia da camada de gelo. Eles anunciaram a descoberta ao proprietário de uma estalagem, que chamou a polícia. A suposição inicial era que se tratasse da morte acidental de um montanhista ocorrido talvez há uma década, mas o que se descobriu depois foi surpreendente: o corpo descoberto teria morrido há mais de 5.000 anos e havia sido naturalmente desidratado e mumificado pelo gelo. A múmia recebeu inicialmente diversos nomes, mas, pelo fato de a descoberta ter ocorrido nos Alpes de Ötztal, ela hoje é conhecida como Ötzi.

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