Associações

A pesquisa genealógica deve começar dentro de casa, na busca de certidões, fotografias e na escuta das histórias passadas de geração a geração e que, embora possam conter algumas imprecisões, são valiosas pelas pistas que costumam oferecer. Em alguns momentos, a busca dentro de casa e nas casas dos parentes parece estagnar. É nesse momento que se deve começar a procurar pistas em cartórios e conservatórias e também nas bases de dados disponíveis na internet.

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Testes

Desde o lançamento do Projeto Genográfico pela National Geographic Society em 2005, a oferta de testes genéticos para fins genealógicos aumentou sensivelmente. O aumento da oferta e o desenvolvimento da tecnologia deverão reduzir o custo desses testes, o que contribuirá para sua popularização. E quanto mais pessoas puderem ter seu DNA testado, maior será a chance de encontrar coincidências genéticas e parentes distantes após a divulgação dos resultados pelos laboratórios.

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Razões

Por que (você) se interessa por genealogia? Essa foi uma das dez perguntas que incluí em uma pesquisa on-line com o objetivo de entender o que buscam os membros de diversas comunidades brasileiras do Facebook com foco nesse tema. Embora eu imaginasse quais seriam as respostas deles pela observação das discussões que travavam nos tais grupos, não sabia como seria a distribuição relativa delas.

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Instantâneo

A base da pesquisa genealógica é a pesquisa documental em registos paroquiais, testamentos e matérias de jornais, entre outras fontes, muitas das quais estão disponíveis para pesquisa em bancos de dados que oferecem acesso a imagens digitalizadas dos originais. Como já demonstrei em várias postagens aqui no blogue, a pesquisa nesses bancos de dados pode oferecer mais que apenas datas e informações de parentesco. Algumas evidências documentais encontradas revelam-se verdadeiros instantâneos dos personagens de um ramo familiar.

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Variações

O pesquisador afoito e inexperiente pode ter uma impressão de verdadeiro caos ao tentar fazer sentido do sistema de aplicação dos apelidos/sobrenomes em assentos paroquiais portugueses dos séculos passados. Fora a estabilidade relativa de herança por costado – filhas herdam o apelido da mãe e filhos, do pai – havia condições intervenientes que poderiam trazer mais variação ao sistema, como a recuperação de um apelido antigo em função do recebimento de uma herança em que se obrigava o herdeiro a adotar o apelido do proprietário dos bens.

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Conditione

O batismo deveria ocorrer pouco tempo – às vezes dias – depois do nascimento, pois temia-se que a criança morresse sem esse sacramento e acabasse vagando pelo limbo. Além disso, no campo, era comum acreditar que crianças não batizadas atraíssem malefícios para dentro da família. Para evitar que a criança morresse sem o batismo, as parteiras e madrinhas eram instruídas a ministrar batismos de emergência, até que fosse possível a realização do batismo oficial, sub conditione, na paróquia.

Fonte: Genealogia Prática – Nascimento
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Lembrança

Um facto da vida que o genealogista amador descobre em pouco tempo é que os párocos de outrora tinham péssima grafia. Outro facto, que talvez seja descoberto por acaso, é que aqueles párocos eram atarefados e nem sempre faziam imediatamente os registos nos livros paroquiais. Há inúmeros casos de párocos que anotavam as informações dos sacramentos em folhas avulsas que poderiam ficar perdidas ou esquecidas. Nem é preciso muita imaginação para perceber o risco envolvido nisso.

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