Razões

Por que (você) se interessa por genealogia? Essa foi uma das dez perguntas que incluí em uma pesquisa on-line com o objetivo de entender o que buscam os membros de diversas comunidades brasileiras do Facebook com foco nesse tema. Embora eu imaginasse quais seriam as respostas deles pela observação das discussões que travavam nos tais grupos, não sabia como seria a distribuição relativa delas.

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Póstuma

Queridos netos,

Vocês não me conheceram, pois eu já havia partido quando vocês nasceram. Nasci muito antes de vocês, no século XIX, em 9 de junho de 1868. O local, a vila de Barcos, no concelho de Tabuaço, em Viseu, Portugal. Meus pais, Manuel de Araújo Motta e Luísa de Macedo Pinto, se casaram em 1853, quando ele já contava 28 anos, e ela, 25. Tiveram cinco filhos antes de mim – Luís, José Augusto, Maria Natividade, Manoel e Delfina.

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Julgamento

” […] lembraria a meus colegas que não se estuda história para julgar, mas para compreender.” A Escravidão no Brasil (Como Eu Ensino) – Joel Rufino dos Santos

Essa afirmação do historiador Joel Rufino dos Santos me trouxe algum alento após uma descoberta que pôs à prova minha admiração por um parente que, mesmo sem eu jamais tê-lo conhecido, teve enorme importância para mim. 

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Assimilação

José Macedo de Araújo nasceu por volta de 1895 na vila de Barcos, no concelho de Tabuaço, em Viseu, Portugal. Era filho de meu avô Antonio e de sua primeira mulher Eliza de Macedo. Era também o filho – homem – mais velho quando meu avô chegou com a mulher e seus sete filhos ao porto de Santos, no estado de São Paulo, em 14 de abril de 1905. A família se estabeleceu na vila de Maxambomba, atual Nova Iguaçu, estado do Rio de Janeiro.

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