Associações

A pesquisa genealógica deve começar dentro de casa, na busca de certidões, fotografias e na escuta das histórias passadas de geração a geração e que, embora possam conter algumas imprecisões, são valiosas pelas pistas que costumam oferecer. Em alguns momentos, a busca dentro de casa e nas casas dos parentes parece estagnar. É nesse momento que se deve começar a procurar pistas em cartórios e conservatórias e também nas bases de dados disponíveis na internet.

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Razões

Por que (você) se interessa por genealogia? Essa foi uma das dez perguntas que incluí em uma pesquisa on-line com o objetivo de entender o que buscam os membros de diversas comunidades brasileiras do Facebook com foco nesse tema. Embora eu imaginasse quais seriam as respostas deles pela observação das discussões que travavam nos tais grupos, não sabia como seria a distribuição relativa delas.

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Genoma

É interessante observar crescimento do interesse pelos testes genéticos em pessoas sem conhecimento específico na área, mas que se interessam em conhecer sua história familiar. Essas pessoas engrossam a quantidade de membros de páginas no Facebook dedicadas a esses testes. Ainda mais interessante é descobrir que essas pessoas buscam as páginas na tentativa de fazer sentido das informações que recebem das empresas que analisaram seus DNAs. Eu pergunto: mas não seria obrigação dessas empresas prover esse sentido?

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Coleção

Os quatro livros digitais da coleção Genealogia Prática podem ser adquiridos no sítio da Amazon e lidos no celular, no computador de mesa, nos vários dispositivos Kindle ou no tablet. Eles abordam questões frequentemente apresentadas pelos interessados pela pesquisa genealógica.

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Lançamento

Segundo o dicionário Michaelis, genealogia é a:

Série cronológica, normalmente em forma de diagrama, que apresenta a ascendência de um indivíduo ou a origem de uma família, com a indicação dos casamentos e das sucessivas gerações que o vinculam aos ancestrais.

No passado remoto, seu uso era restrito às elites e às famílias que pretendiam ascender socialmente e buscavam comprovar ter origens nobres. Nessa época, a genealogia ainda não possuía um caráter científico, e as comprovações misturavam fatos devidamente documentados e também lendas. Só podemos falar de uma genealogia científica a partir do século XVII, embora nessa época ainda existissem fraudes — as quais, diga-se de passagem, persistem até hoje.

Hoje, podemos encarar essa ciência de três formas:

  • como ciência, propriamente dita — praticada por especialistas e profissionais que, ao reconstruir a história de algumas famílias, produzem estudos que auxiliam especialistas em outras áreas do conhecimento;
  • como hobby — praticado por pessoas que buscam conhecer seu passado e, por meio dele, entender o presente;
  • como ferramenta — procurada por aqueles que desejam reconstruir sua árvore familiar a fim de obter outra cidadania ou comprovar o vínculo a uma nação, como se observa nos casos de pessoas que buscam comprovar descender de judeus expulsos de Portugal e Espanha.

Nesta coleção, apresento as ferramentas e os conceitos básicos da genealogia a partir de uma perspectiva prática. Para alcançar esse fim, usei como exemplos casos extraídos da pesquisa que realizei na busca por meus antepassados em Portugal e no Brasil. Dizendo isso, declaro que meu foco geográfico limita-se a esses países, porém tudo o que discuto aqui é relevante também para os que pesquisam por antepassados oriundos de outros países.

Neste primeiro volume da coleção, apresento os conceitos essenciais relativos aos elementos mais frequentemente empregados na pesquisa genealógica: os documentos. Uso o termo de forma abrangente para incluir não apenas os assentos paroquiais e as certidões, mas também as fotografias e retratos, as cartas e os relatos.

O livro encontra-se disponível no sítio da Amazon em formato e-book e pode ser lido tanto no dispositivo Kindle quando no aplicativo Kindle para celulares e tablets Android e iOS.


José Araújo é linguista e genealogista.