Migalhas

Nos vários grupos de que participo no Facebook, costumo encontrar relatos queixosos de confrades que parecem ter estacionado nas pesquisas sobre um ou outro ramo de suas árvores – para não falar dos que acreditam haver estacionado em ambos os ramos. A situação parece desesperadora, mas tendo a acreditar que pode haver saídas, ainda que Leia mais… »

Hipóteses

Toda boa pesquisa deve começar com uma hipótese ou ao menos com uma pergunta. Assim deve ser também com a pesquisa genealógica, mesmo que as hipóteses ou perguntas não estejam todas formalmente descritas. O caso que passo a descrever envolve um personagem sobre quem já escrevi muitas vezes aqui no blog e de quem certamente ainda Leia mais… »

Barcos

Conhecida atualmente como aldeia vinhateira, Barcos foi, entre 1263 e 1855, sede de concelho (município), “integrando as freguesias de Adorigo, Barcos, Santa Leocádia e Santo Adrião”, como se informa no site da sede atual, o município de Tabuaço, em Viseu. Com pouco menos de 10 km² e menos de 600 habitantes, essa pequena povoação foi Leia mais… »

Poema

Entre as fontes documentais possíveis para pesquisa genealógica, já mencionei os assentos paroquiais, as fotografias e cartas familiares, os registros militares, os periódicos e as cartas régias. Todas são consagradas, embora não exclusivas para esse tipo de pesquisa, pois há muitas outras que ainda não discuti aqui no blog.