Desafios

Embora o FamilySearch seja uma das ferramentas mais relevantes para o genealogista contemporâneo, não se pode ignorar que o uso dele apresenta alguns desafios. Alguns desses desafios dizem respeito a questões intrínsecas, ou seja, relativas ao funcionamento ou à administração/uso da ferramenta; outros, a questões extrínsecas, ou seja, relativas aos curadores dos acervos documentais. Entre as questões intrínsecas estão erros (a) de classificação de livros – p.ex. óbito onde deveria ser matrimônio – e até (b) de localização geográfica, como ocorre com o livro de batismos de 1816-1835 da freguesia de Santo Antônio de Jacutinga, que foi atribuído ao Rio de Janeiro e não a Nova Iguaçu, que seria o correto. Ainda entre as questões intrínsecas estão as que se devem a (c) erros de transcrição cometidos por voluntários durante a indexação de livros paroquiais e civis, que dificultam buscas na ferramenta de Pesquisa de Registros. Finalmente, existem atualmente (d) erros cometidos pela transcrição realizada pela ferramenta de indexação por Inteligência Artificial. Nos casos (c) e (d), caberia aos usuários mais experientes corrigir de forma voluntária os conteúdos indexados incorretamente quando se deparassem com eles.

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Matches

A plataforma Genera é hoje minha recomendação para brasileiros que pretendem avançar em suas pesquisas genealógicas ou encontrar parentes, pois embora ela ainda não seja acessível a grande parte da população, ela é certamente uma plataforma onde se encontram majoritariamente dados genéticos de brasileiros. Ainda assim, deve-se reconhecer que a plataforma não é dedicada à Genealogia estritamente falando, pois as ferramentas mais úteis que ela poderia oferecer deveriam estar ferramenta Busca Parentes e é justamente nela que se tem mais dificuldade de fazer uma busca eficiente por meio, por exemplo, da busca de matches em comum, recurso encontrado na plataforma MyHeritage, por exemplo.

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Antropofagia

O canibalismo era uma prática funerária de rotina na Europa há cerca de 15 mil anos. Na época, as pessoas comiam os mortos não por necessidade, mas sim como parte da sua cultura. É o que sugere um estudo publicado na revista Quaternary Science Reviews, que diz que ossos roídos e crânios humanos que foram transformados em taças encontrados na Inglaterra não são incidentes isolados. _ CNN Brasil – 6/10/2023

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