Apresentação

Apresentação

Este blog se destina à discussão de temas e estratégias úteis para o genealogista amador, aquela pessoa que pode querer reconstruir a história de sua família pela pesquisa de seus antepassados ou apenas encontrar uma certidão de um antepassado para iniciar um processo de obtenção de cidadania. O foco de minha pesquisa é o eixo Brasil-Portugal, mas algumas dicas poderão ser úteis para outras regiões.

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Quem pesquisa a genealogia da própria família costuma encontrar alguns “esqueletos no armário“, como se diz em inglês. Esses esqueletos podem aparecer sob a forma de filhos bastardos, para mencionar apenas os casos mais triviais, mas podem envolver situações mais complicadas. É por causa desses esqueletos que muitos familiares se negam a fornecer informações valiosas que permitam o avanço da pesquisa.

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Pixeladas

Álbuns fotográficos e mesmo fotografias avulsas são tesouros para o genealogista, mas nem sempre se tem a sorte de encontrá-los. Quando temos essa sorte, acabamos descobrindo que nossos antepassados não estavam preparados para deixar um registro documental que pudesse ser útil para as gerações futuras. É por isso que encontramos fotografias sem datas e sem identificação dos fotografados ou do local do registro. E há ainda limitações da tecnologia da época, que nos legou fotografias pouco nítidas ou que desbotaram com o tempo.

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Memorialistas

Assentos paroquiais, relatos ou causos de família, cartas, fotografias e periódicos são algumas das fontes de informação comumente empregadas na pesquisa genealógica. Além delas, existem outras que talvez exijam mais pesquisa e podem mesmo não ser encontradas, como os livros de memórias publicados por escritores e cidadãos que viveram nas cidades de origem de nossos antepassados.

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Desconstrução

Meus avós paternos emigraram de Portugal para o Brasil no início do século XX, tal como fizeram muitas outras famílias portuguesas antes e como fariam ainda outras até depois da metade daquele século. A narrativa que se costuma ouvir é de que Portugal era um país agrário e muito pobre, portanto seus cidadãos, por vezes trazendo toda a família, vinham para o Brasil à busca de condições de vida melhores. A suposição dessa narrativa é de que todos os emigrados eram pobres ou mesmo miseráveis, mas existem pistas que nos permitem desconstruir tal narrativa para nos aproximarmos dos factos.

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