Índice

A empresa MundoDNA lançou há algum tempo uma ferramenta chamada Índice Sefardita que despertou interesse dos membros de diversas comunidades do Facebook. Tal ferramenta indicaria, em uma escala que vai de -2 a 2, respectivamente, a menor ou maior similaridade entre o DNA do cliente e os DNAs de centenas de outros clientes que foram certificados pela Comunidade Israelita de Lisboa e que, portanto, teriam ascendência sefardita confirmada por essa entidade. Por esse índice um cliente que nem desconfie de sua ancestralidade poderia ter indicação da presença de sefarditas em algum ramo de sua árvore familiar, por menos documentada que ela seja.

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Precoce

Quando tomamos por referência os parâmetros da vida contemporânea, muitas vezes os documentos dos séculos anteriores parecem revelar factos surpreendentes a respeito de nossos antepassados. Uma dessas surpresas diz respeito à longevidade. Por vivermos em um momento da História em que temos mais recursos – alimentação, medicamentos e vacinas – para garantir uma vida mais saudável e longa, é normal acreditarmos que nossos antepassados vivessem menos, mas nada poderia ser mais falso. Meu bisavô materno João Pereira Belém (1848-1921) e seu pai Pedro Gomes de Moraes (1829-1891) faleceram com pouco mais de 70 anos, e são apenas dois dos inúmeros casos – vários bem mais longevos – que encontro em ambos os ramos de minha árvore.

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Prudente

Em sua Genealogia Paulistana, Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919) informa que o título dos Moraes “teve princípio em Baltazar de Moraes Antas, que de Portugal passou a São Paulo onde casou com Brites Rodrigues Anes, filha de Joanne Annes Sobrinho, que de Portugal tinha vindo a esta capitania trazendo solteiras três filhas, que todas casaram com pessoas de conhecida nobreza.”

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