Teoria

Mantenho minha árvore familiar no MyHeritage por diversas razões, dentre elas a forma intuitiva de elaboração e apresentação das gerações, a possibilidade de inclusão de dados brutos de DNA de meus parentes testados em diferentes laboratórios e a segurança de saber que meu trabalho exaustivo de tantos anos não será deturpado por um usuário bem intencionado. Eis que o MyHeritage me surpreendeu recentemente com esta mensagem: “MyHeritage encontrou teorias que podem explicar como RC Pereira Belem e alguns de seus DNA Matches estão relacionados.”

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Incrédulos

Persiste entre alguns genealogistas a ideia de que os testes genéticos não têm serventia de modo geral – ou em casos específicos, como na busca de antepassados sefarditas. É certo que os testes ainda não estão acessíveis a todos, que seus resultados variam de um laboratório para outro – e são de difícil interpretação – e que os bancos de dados dos laboratórios nem sempre têm boa abrangência de grupos étnicos relevantes, mas não se pode abrir mão dessa ferramenta na pesquisa genealógica quando ela puder ser explorada. Duas das circunstâncias em que os testes se revelam úteis são a pesquisa da composição étnica da pessoa testada e a descoberta de primos.

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Vivian

A resolução de questões de parentesco por meio de testes genéticos nem sempre é algo fácil, pois esses testes não têm a precisão esperada pelo genealogista. Sem o auxílio da pesquisa documental, seus resultados podem ficar por muito tempo como meras indicações de parentesco. Foi isso o que ocorreu em minha experiência com um teste de DNA autossômico que fiz há alguns anos.

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