Yachad

Nas primeiras décadas após a chegada dos navegantes, o Brasil não despertou interesse da coroa portuguesa porque aqui não havia diamantes ou metais preciosos de fácil exploração como ocorria nos domínios espanhóis. Quando se descobriu o potencial do pau-brasil, entretanto, esse interesse surgiu. Para que essa riqueza fosse explorada em benefício da coroa, Dom Manuel arrendou a exploração por dez anos a um consórcio de homens de negócio, em grande parte cristãos-novos, liderados por Fernão de Loronha (ou Noronha), ele mesmo um cristão-novo. A esses homens cabia retirar a madeira, enviá-la para Portugal e também explorar e proteger o território.

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XN

Querem casar Antonio Pereira Soares, filho leg. de Alf. de Granadeiros Manoel Pereira Barcellos e de Dona Francisca de Souza Castro, já defuntos, nat. e bat. na freg. de S. Pedro da Torre, termo de Valença do Minho, ele foi morador no Rio de Janeiro, freg. da Candelária; com Maria Thereza, filha leg. de Christóvão da Cunha de Moraes e de Lionor Barboza, nat. e bat. na capela do Mestre de Campos, freg. da Piranga, e presente moradora na freg. do Alferes do Caminho de Novo, bisp. do Rio de Janeiro.

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Patrono

Apenas 16 anos, mas duas centenas de quilômetros, separaram os nascimentos de Ana Quitéria Joaquina de Oliveira (1759-1837) e de Antônio Soares da Silva (1775-1857). Ele nasceu na Freguesia de Nossa Senhora da Anunciação do Irajá, no Rio de Janeiro; ela nasceu na Freguesia de Nossa Senhora da Piedade da Borda do Campo, em Barbacena, Minas Gerais. Eram primos de segundo grau, bisnetos do português Antônio Barbosa de Matos e da brasileira Mariana de Matos Coutinho, esta descendente dos primeiros moradores do Rio de Janeiro, segundo o genealogista Carlos Grandmasson Rheingantz (1915-1988), fundador do Colégio Brasileiro de Genealogia.

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