Enxertos

Um dos enigmas mais persistentes em minha árvore familiar – e que foi tema de várias postagens aqui no blogue – parece se aproximar de uma solução. Graças à publicação dos resultados da pesquisa documental, aos testes genéticos e ao contato frequente com parentes do ramo específico – o materno -, pressinto a chegada do momento em que conseguirei unir os meus antepassados Pereira Belém, identificados documentalmente como pardos, aos Pereira Belém e aos Soares da Silva, brancos, cafeicultores e proprietários de escravos em Bananal de Itaguaí, hoje Seropédica, no Rio de Janeiro.

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Pixeladas

Álbuns fotográficos e mesmo fotografias avulsas são tesouros para o genealogista, mas nem sempre se tem a sorte de encontrá-los. Quando temos essa sorte, acabamos descobrindo que nossos antepassados não estavam preparados para deixar um registro documental que pudesse ser útil para as gerações futuras. É por isso que encontramos fotografias sem datas e sem identificação dos fotografados ou do local do registro. E há ainda limitações da tecnologia da época, que nos legou fotografias pouco nítidas ou que desbotaram com o tempo.

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Roseta

A leitura dos assentos paroquiais e até de alguns documentos mais recentes é um dos desafios enfrentados pelos genealogistas amadores e profissionais. Além dos estilos de grafia adotados em determinados momentos da história, há que se lidar com as idiossincrasias de párocos com pouca instrução formal que por vezes escreviam as palavras tal como lhe soavam.

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