Enxertos

Um dos enigmas mais persistentes em minha árvore familiar – e que foi tema de várias postagens aqui no blogue – parece se aproximar de uma solução. Graças à publicação dos resultados da pesquisa documental, aos testes genéticos e ao contato frequente com parentes do ramo específico – o materno -, pressinto a chegada do momento em que conseguirei unir os meus antepassados Pereira Belém, identificados documentalmente como pardos, aos Pereira Belém e aos Soares da Silva, brancos, cafeicultores e proprietários de escravos em Bananal de Itaguaí, hoje Seropédica, no Rio de Janeiro.

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Roseta

A leitura dos assentos paroquiais e até de alguns documentos mais recentes é um dos desafios enfrentados pelos genealogistas amadores e profissionais. Além dos estilos de grafia adotados em determinados momentos da história, há que se lidar com as idiossincrasias de párocos com pouca instrução formal que por vezes escreviam as palavras tal como lhe soavam.

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Futebol

Por meio da pesquisa que venho realizando há anos, descobri que meus avós paternos emigraram de Portugal na primeira década do século XX. Nessa pesquisa descobri também que outros ramos de minha árvore paterna chegaram ao Brasil em ondas migratórias anteriores e posteriores. Diante da realidade de ramos familiares ainda desconhecidos, estabeleci o desafio de encontrar possíveis primos e primas de ramos distantes de minha árvore paterna.

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