Julgamento
” […] lembraria a meus colegas que não se estuda história para julgar, mas para compreender.” A Escravidão no Brasil (Como Eu Ensino) – Joel Rufino dos Santos
Essa afirmação do historiador Joel Rufino dos Santos me trouxe algum alento após uma descoberta que pôs à prova minha admiração por um parente que, mesmo sem eu jamais tê-lo conhecido, teve enorme importância para mim.
(mais…)Religiosos
Se “é grande a probabilidade de todos os portugueses terem pelo menos um padre em sua árvore genealógica”, como afirmam Queiroz e Moscatel, quantos religiosos poderia haver em uma família?
Não pretendo responder essa pergunta em termos absolutos, pois não disponho dos dados históricos, mas posso discutir um aspecto sobre essa questão a partir de um caso de minha família encontrado no assento de óbito que transcrevo abaixo com meus destaques.


