Mário

A descoberta de um parentesco, ainda que distante, com uma personalidade que admiro é sempre razão de grande alegria para mim. E também costuma ser para os primos com quem compartilho as informações sobre a história de nossa família. Conhecer essa história, em minha opinião, é um direito de todos. Acredito que esse conhecimento pode por vezes ser até terapêutico por trazer luz a questões familiares do presente cujas razões podem se encontrar em um passado remoto.

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Escândalo

O trabalho genealógico sempre foi feito a partir de provas documentais, ou seja, assentos paroquiais, certidões civis, testamentos, inventários, cartas e fotografias. Obras de cunho genealógico, principalmente quando fundamentadas nos documentos já citados, são também valiosas e, mais recentemente, os testes genéticos surgiram para auxiliar na pesquisa quando existem ramos de difícil documentação, embora seu uso ainda seja limitado pela resolutividade dos testes e pela complexidade da análise de seus resultados.

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Precoce

Quando tomamos por referência os parâmetros da vida contemporânea, muitas vezes os documentos dos séculos anteriores parecem revelar factos surpreendentes a respeito de nossos antepassados. Uma dessas surpresas diz respeito à longevidade. Por vivermos em um momento da História em que temos mais recursos – alimentação, medicamentos e vacinas – para garantir uma vida mais saudável e longa, é normal acreditarmos que nossos antepassados vivessem menos, mas nada poderia ser mais falso. Meu bisavô materno João Pereira Belém (1848-1921) e seu pai Pedro Gomes de Moraes (1829-1891) faleceram com pouco mais de 70 anos, e são apenas dois dos inúmeros casos – vários bem mais longevos – que encontro em ambos os ramos de minha árvore.

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