Iguassu

Matéria publicada há algumas semanas conta a história de quatro pequenas cidades fluminenses que foram abandonadas no século XIX e cuja existência era conhecida apenas por historiadores e moradores de suas proximidades. Uma dessas cidades era Aguassu ou Iguassu, que teve sua origem em um povoamento do século XVII e foi elevada à categoria de freguesia em 1750, durante a gestão do Marquês de Pombal (1699-1782). O documento que se vê a seguir registra um evento ocorrido quarenta anos antes de Iguassu ser elevada à categoria de vila.

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Lacunas

A filiação de meu bisavô Arthur Rabello Guimarães (1868-1917) é um dos mistérios mais duradouros de meu ramo materno. Ele foi registrado como filho natural apenas de Julinda Dias Seabra e Silva (1843-1884), ela mesma filha natural de Eleutéria Rosa da Conceição. As identidades dos pais de Arthur e Julinda segue desconhecida, mas a busca incansável por documentos começou a trazer algumas novidades.

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Melanização

Minha árvore materna contém ainda alguns ramos por esclarecer e um ramo já meio esclarecido que ainda apresenta um enigma: por que meu bisavô João (ca. 1848-1921) recebeu o sobrenome composto Pereira Belém se seu pai Pedro (ca. 1828 – ca. 1890) era um Gomes de Moraes? A suposição é que minha trisavó Joaquina da Conceição, mãe de João, fosse uma Pereira Belém, família cujo patriarca identificado até o momento foi Francisco Antônio Pereira Belém (ca. 1750 – ca.1833), de origem e filiação ainda incógnitas.

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