Itália

Muitos clientes testados pelo laboratório Genera veem entre seus resultados de Ancestralidade Global (AG) um componente europeu que nem sempre é recebido com naturalidade. Trata-se do componente Itália, que a bem da verdade nem deveria ser entendido como uma declaração de ascendência naquele país, afinal o que a ferramenta AG supostamente captura é uma visão geral de por quais territórios do mundo os ancestrais da pessoa testada ou cliente tiveram alguma passagem. Essa visão é obtida pela comparação do DNA autossômico do cliente com um painel de referência composto por amostras de DNA de pessoas cujos antepassados comprovadamente viveram nesses territórios. Considerando que os povos dos territórios europeus sejam talvez os mais estudados pelas ciências, deveríamos poder esperar alguma precisão desses resultados quando informassem que um cliente tem componentes italianos em sua ancestralidade genética. Mas será que devemos esperar isso?

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Painéis

Quem já teve a experiência de fazer um teste de DNA, pode ter ficado surpreso ao descobrir que tem uma ascendência italiana de que nem desconfiava, afinal nenhum dos bisavós conhecidos tinha um sobrenome que lembrasse uma origem naquela parte da Europa. Mais surpresa ficará a pessoa que baixar os dados brutos da plataforma da empresa na qual foi testada para subir para outra plataforma e descobrir que a tal ascendência italiana não é mais reconhecida. Teria sido falha da primeira plataforma ou da segunda? A resposta é complexa e tem relação com os painéis de referência usados por cada empresa em sua plataforma.

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