Direito

Neste 13 de maio, os afrodescendentes cariocas poderão saber que ao menos um direito lhes foi garantido por lei 138 anos depois que outra lei deu fim ao regime escravocrata sem ter garantido nenhum direito a seus antepassados. Essa lei que garantiu um direito foi assinada em 5 de maio pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro (CMRJ) e tem o número 9.365/2026. Ela instituiu “o direito à ancestralidade para a população negra e parda do Município do Rio de Janeiro por meio de exame de DNA e/ou mapeamento genômico, como medida de reparação histórica”.

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Censo

O resultado do último censo, realizado em 2022, apresenta alguns factos interessantes, como o aumento na proporção de pessoas que se autodeclararam pretas e amarelas e, em especial, o aumento absoluto da população que se autodeclara parda – 45,3%. Historicamente falando, desde os tempos coloniais o povo brasileiro foi mestiço e entre os séculos XVI e XIX houve superioridade numérica de pessoas de origem africana – pretas – e seus descendentes diretos. Sempre existiu, no entanto, o conceito de pardo, mas seu sentido mudou, e poucos brasileiros sabem disso.

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Portugueses

No dia 10 de junho foi comemorado do Dia de Portugal ou o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, data comemorativa que celebra a morte do poeta Luís Vaz de Camões (1524-1580), considerado o fundador do português moderno com sua obra Os Lusíadas. A obra de Camões narra a epopeia do povo português nas descobertas marítimas e tem seu foco na descoberta do caminho marítimo para a Índia por Vasco da Gama. Essa descoberta e outras mais decorreram muito mais das necessidades de riquezas da coroa portuguesa e das necessidades específicas de seu povo ao longo dos séculos do que apenas de um espírito aventureiro atávico.

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