Paranapuã

Apesar do sobrenome diferente dos de seus pais, Antônia Tavares de Oliveira (1614-1682) era filha de meus undecavós Duarte Nunes Sardinha e Maria da Cunha. O renomado genealogista Carlos Rheingantz informa, no Volume IV de sua obra Primeiras Famílias do Rio de Janeiro, que Antônia casou-se por volta de 1650 com o capitão João Velho Prego. O mestre relaciona ao menos dois filhos para o casal: Madalena, batizada na Candelária em junho de 1650, sem descendência identificada; e João Velho Barreto, batizado na mesma igreja em março de 1653 e com descendência identificada.

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Bárbara

Em 14 de maio de 1739, nesta paroquial, em minha presença e das testemunhas abaixo nomeadas, se receberam em matrimônio, por palavras de presente, feitas as diligências necessárias na forma do sagrado Concilio Tridentino e constituições, Manoel Soares, natural e batizado na freguesia de Penacova, bispado de Coimbra, filho legítimo de Bartolomeu Soares de sua mulher Madalena Simões, com Bárbara Correa, viúva que ficou de Pedro Álvares Cabral, filha legitima de Mateus Tavares da Costa e de Isabel Pereira do Lago, batizada a contraente e moradores ambos nesta freguesia […] sendo testemunhas Francisco Xavier da Silva e Manoel Álvares de Castro […]

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Belém

Meu bisavô João Pereira Belém (1848-1921) foi o primeiro de seu ramo paterno a carregar esse sobrenome composto, que pertencia a uma das famílias mais importantes de Bananal de Itaguaí, hoje Seropédica, no Rio de Janeiro. Era uma família de fazendeiros cujo suposto patriarca teria sido um Francisco Antônio Pereira Belém, que com sua mulher Joana Maria de Jesus (1760-1834) teve sete filhas e quatro filhos. Os descendentes de Francisco Antônio e Joana Maria casaram-se várias vezes com os descendentes do também fazendeiro Antônio Soares da Silva, cuja família materna já estava estabelecida no Brasil desde a primeira metade do século XVII.

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