Eufrásia

Segundo a Genealogia Paulistana de Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852 – 1919), minha decavó materna Mariana Pedroso de Moraes (1637-?) era filha de Pedro de Moraes Madureira, neta de Pedro de Moraes Dantas e bisneta do patriarca Baltazar de Moraes Dantas, cuja história já contei aqui. Também segundo Silva Leme, Carlos de Moraes Navarro (1634-?), irmão de Mariana, casou-se com Maria Raposo, filha do bandeirante Antônio Raposo Tavares (1598-1658). Do consórcio de Carlos Navarro e Maria Raposo originou-se uma linhagem que, no século XVIII, se estabeleceria em São João Del Rei durante o ciclo do ouro.

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Iguassu

Matéria publicada há algumas semanas conta a história de quatro pequenas cidades fluminenses que foram abandonadas no século XIX e cuja existência era conhecida apenas por historiadores e moradores de suas proximidades. Uma dessas cidades era Aguassu ou Iguassu, que teve sua origem em um povoamento do século XVII e foi elevada à categoria de freguesia em 1750, durante a gestão do Marquês de Pombal (1699-1782). O documento que se vê a seguir registra um evento ocorrido quarenta anos antes de Iguassu ser elevada à categoria de vila.

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Melanização

Minha árvore materna contém ainda alguns ramos por esclarecer e um ramo já meio esclarecido que ainda apresenta um enigma: por que meu bisavô João (ca. 1848-1921) recebeu o sobrenome composto Pereira Belém se seu pai Pedro (ca. 1828 – ca. 1890) era um Gomes de Moraes? A suposição é que minha trisavó Joaquina da Conceição, mãe de João, fosse uma Pereira Belém, família cujo patriarca identificado até o momento foi Francisco Antônio Pereira Belém (ca. 1750 – ca.1833), de origem e filiação ainda incógnitas.

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