Incrédulos

Persiste entre alguns genealogistas a ideia de que os testes genéticos não têm serventia de modo geral – ou em casos específicos, como na busca de antepassados sefarditas. É certo que os testes ainda não estão acessíveis a todos, que seus resultados variam de um laboratório para outro – e são de difícil interpretação – e que os bancos de dados dos laboratórios nem sempre têm boa abrangência de grupos étnicos relevantes, mas não se pode abrir mão dessa ferramenta na pesquisa genealógica quando ela puder ser explorada. Duas das circunstâncias em que os testes se revelam úteis são a pesquisa da composição étnica da pessoa testada e a descoberta de primos.

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Persistência

O mito de que existem sobrenomes judaicos ou cristãos-novos parece ser difícil de eliminar. Canso-me de ver questões relativas a ele em grupos do Facebook dedicados à busca de ancestralidade sefardita. E mais uma vez é conveniente explicar: não existem sobrenomes de cristãos-novos, pois os judeus sefarditas adotaram os sobrenomes dos cristãos-velhos justamente para fugir da perseguição, ainda que muitos continuassem a seguir os preceitos judaicos em ambientes privados.

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Vivian

A resolução de questões de parentesco por meio de testes genéticos nem sempre é algo fácil, pois esses testes não têm a precisão esperada pelo genealogista. Sem o auxílio da pesquisa documental, seus resultados podem ficar por muito tempo como meras indicações de parentesco. Foi isso o que ocorreu em minha experiência com um teste de DNA autossômico que fiz há alguns anos.

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