Paz

Acredito que uma grande angústia sentida por quem começa a busca pela história de sua família resulte da descoberta de que um ramo da árvore familiar parece não levar a lugar nenhum. Isso pode ocorrer por falta de informações que permitam a pesquisa por documentos em casas de parentes, cartórios ou sites como o FamilySearch, mas também pode ocorrer porque não há documentos que possam ser encontrados.

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Movimentos

Não me lembro de ter visto muitas postagens em grupos de genealogia no Facebook em que alguém perguntava o que é genealogia – mas isso ocorreu recentemente. Parece óbvio que quem se inscreve nesses grupos deveria ter alguma noção – por mais simples – do que trata o grupo. Mas vamos deixar a arrogância de lado e entender que a curiosidade e o desejo de aprender são razões mais que válidas para se associar a eles. Aqui espero dar minha contribuição para responder esse questionamento, mas não vou explicar o que é genealogia, pois essa explicação pode ser encontrada na Wikipédia. Vou explicar que movimentos ou motivações trazem pessoas de todas as origens e condições sociais ao universo apaixonante dessa ciência.

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Post-mortem

Diversas postagens aqui no blogue dizem respeito a um dos ramos de minha árvore que ainda apresenta lacunas. Isso ocorre pelo facto de meu bisavô materno João Pereira Belém (1854-1921) carregar o sobrenome composto de uma família poderosa de Bananal de Itaguaí, hoje Seropédica, Rio de Janeiro. Por meio de evidências documentais e genéticas, sei que João tinha, em seu ramo paterno, um antepassado europeu, muito provavelmente oriundo de Portugal, embora não se saiba se esse antepassado era seu pai ou avô. O problema está na constatação de que todos os filhos de João foram registrados como pardos, o que sugere uma origem africana ainda não identificada.

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