Paranapuã

Apesar do sobrenome diferente dos de seus pais, Antônia Tavares de Oliveira (1614-1682) era filha de meus undecavós Duarte Nunes Sardinha e Maria da Cunha. O renomado genealogista Carlos Rheingantz informa, no Volume IV de sua obra Primeiras Famílias do Rio de Janeiro, que Antônia casou-se por volta de 1650 com o capitão João Velho Prego. O mestre relaciona ao menos dois filhos para o casal: Madalena, batizada na Candelária em junho de 1650, sem descendência identificada; e João Velho Barreto, batizado na mesma igreja em março de 1653 e com descendência identificada.

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Esmeralda

Aos dois de novembro de mil novecentos e três, nesta matriz de Jacutinga, batizei e pus os santos óleos à Ismeralda (sic), nascida a vinte e três de agosto do corrente ano, filha de João Belém e de Theodora Maria da Conceição, ligados só civilmente. Foram padrinhos Álvaro Vieira de Moura Sá e D. Bralia Olympia de Moura Sá.

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Padrões

Na pesquisa genealógica, é comum encontrar padrões em conjuntos de documentos que parecem apontar um parentesco entre as pessoas envolvidas. Esses padrões podem surgir, por exemplo, nos nomes dos padrinhos de batismo dos filhos de um casal. Assim foi com meus tios-avós maternos cujos assentos batismais foram encontrados. Em dois casos, pude observar algo que parecia apontar um padrão: ao menos um dos padrinhos parecia ter relação com determinada figura de poder da região onde viveram meus bisavós João Pereira Belém e Theodora Maria da Conceição – a freguesia de Bananal de Itaguaí, hoje Seropédica, no Rio de Janeiro.

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