Atitudes

A Genealogia tem despertado grande interesse de pessoas que antes talvez nem se interessassem tanto pela história familiar. Atribuo parte desse interesse à busca por outras cidadanias que se tornou uma verdadeira febre há algumas décadas. Pessoas que chegaram à Genealogia por razão assim tão pragmática acabaram muitas vezes se apaixonando pela pesquisa e deram seguimento por conta própria ou com ajuda de grupos dedicados ao tema. Talvez nesse mesmo grupo – ou naqueles que se apaixonaram pela pesquisa da história familiar por outras razões – percebo algumas atitudes que despertam atenção e é a elas que respeitosamente dedico este texto, ainda que para alguns se sintam desapontados com o que lerão.

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Representatividade

Em agosto de 2022 divulguei nos grupos temáticos do Facebook um formulário com a finalidade de obter dados sobre a forma como os brasileiros praticam a Genealogia. Esse formulário trazia questões de cunho demográfico e sobre atividades como a elaboração de pesquisa familiar e a contratação de testes genéticos. Cento e quinze pessoas responderam minha convocação e aqui apresento alguns dados e as leituras que eles propiciaram a respeito de temas cuja discussão me parece relevante.

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Chãos

Entre as ferramentas que julgo mais úteis para pesquisadores interessados na genealogia dos primeiros povoadores da cidade do Rio de Janeiro e arredores está o Banco de Dados da Estrutura Fundiária do Recôncavo da Guanabara, compilado pelo pesquisador Mauricio de Almeida Abreu. É graças a esse banco que tenho conseguido obter informações sobre meus antepassados que não estão disponíveis em obras de grandes genealogistas como Carlos Rheingantz.

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