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Quem pesquisa a genealogia da própria família costuma encontrar alguns “esqueletos no armário“, como se diz em inglês. Esses esqueletos podem aparecer sob a forma de filhos bastardos, para mencionar apenas os casos mais triviais, mas podem envolver situações mais complicadas. É por causa desses esqueletos que muitos familiares se negam a fornecer informações valiosas que permitam o avanço da pesquisa.

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Memorialistas

Assentos paroquiais, relatos ou causos de família, cartas, fotografias e periódicos são algumas das fontes de informação comumente empregadas na pesquisa genealógica. Além delas, existem outras que talvez exijam mais pesquisa e podem mesmo não ser encontradas, como os livros de memórias publicados por escritores e cidadãos que viveram nas cidades de origem de nossos antepassados.

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Desconstrução

Meus avós paternos emigraram de Portugal para o Brasil no início do século XX, tal como fizeram muitas outras famílias portuguesas antes e como fariam ainda outras até depois da metade daquele século. A narrativa que se costuma ouvir é de que Portugal era um país agrário e muito pobre, portanto seus cidadãos, por vezes trazendo toda a família, vinham para o Brasil à busca de condições de vida melhores. A suposição dessa narrativa é de que todos os emigrados eram pobres ou mesmo miseráveis, mas existem pistas que nos permitem desconstruir tal narrativa para nos aproximarmos dos factos.

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