Alarmismo

Uma jovem que se apresenta como especialista em ética na Inteligência Artificial publicou no Instagram há alguns dias um vídeo em que orienta as pessoas a não fazer testes genéticos recreativos porque elas supostamente receberiam muito pouco em troca dos riscos que correriam por “doar todo seu DNA às empresas”. Ainda segundo ela, as empresas que vendem esses testes podem vender também os dados genéticos de seus clientes a planos de saúde que poderão descobrir que certa pessoa tem predisposição para uma doença e assim aumentar o valor de seu contrato em função do risco revelado. No fim, ela informa como as pessoas que já fizeram esses testes podem remover seus dados das plataformas das empresas. Minha leitura é de que ela faz muito alarde demonstrando pouco conhecimento de causa.

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Promessas

Eu já comentei aqui no blogue que a plataforma MyHeritage é minha preferida para manutenção da árvore familiar e para análise de DNA, e é por isso que faço questão de pagar pela assinatura anual, embora reconheça que, se praticassem um valor amigável, poderiam atrair mais brasileiros interessados pela Genealogia. Nos últimos meses, a plataforma tem sinalizado com novas tecnologias que parecem fazer valer cada centavo da assinatura. Uma dessas tecnologias – a Scribe-AI – teve parte de seu potencial analisado aqui em texto anterior. As outras, por enquanto, eu chamaria de promessas, e elas foram apresentadas no último evento da RootsTech por Gilad Japhet, o CEO da empresa. Elas têm relação com a Genealogia Genética e parecem realmente inovadoras.

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