Dez

Quem assistiu à série A Grande Descoberta deve ter percebido como é possível que um genealogista acumule grandes volumes de evidência sem chegar a nenhuma solução para um caso. Na série, o genealogista busca a identidade de um criminoso que cometeu um duplo homicídio que realmente ocorreu em uma cidade da Suécia. Na vida cotidiana, um genealogista pode ter de lidar com a busca da identidade do genitor de um cliente ou ainda da de um antepassado que tenha sido registrado como ‘filho natural de’. Eu me encaixo várias vezes na segunda circunstância por conta de meus bisavós maternos serem filhos de pais desconhecidos. Em ao menos dois casos – leia aqui e aqui – consegui chegar ao pai biológico por Genealogia genética e análise de documentos de pessoas próximas.

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Melhoria

Em texto anterior, eu declarei que sempre sugiro que brasileiros que desejam saber mais sobre sua ancestralidade ou encontrar parentes façam o teste genético do laboratório Genera. Não ganho absolutamente nada com essa sugestão. É mesmo uma questão de praticidade e lógica. Praticidade porque se trata de uma empresa brasileira que envia e recebe os kits sem passar pelas burocracias de importação. Lógica porque a base de dados do laboratório é composta majoritariamente de brasileiros, portanto um universo privilegiado para quem busca parentes nascidos no país. Por outro lado, não me canso de criticar a extrema simplicidade da ferramenta que o laboratório oferece para a pesquisa genealógica em sentido estrito: a Busca Parentes.

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Ruídos

A plataforma MyHeritage começou a oferecer aos usuários que têm nela seus dados autossômicos a possibilidade de atualizar os percentuais étnicos para a versão 2.5, que eles informam ser “baseada em um novo algoritmo desenvolvido do zero pela equipe científica da empresa” após “dois anos de pesquisa e refinamento”. Segundo informação da plataforma, a nova versão “oferece maior detalhamento, abrangendo 79 etnias, em comparação às 42 da versão anterior. O modelo matemático também se fundamenta em “árvores genealógicas bem documentadas, corroboradas com análise de DNA”, o que sugere um nível adicional de confiabilidade. Dito isso, o que eu penso dessa nova versão a partir do que observei em meu teste e nos testes de meus primos?

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