Onomástica

Que a onomástica portuguesa é complexa, muitos pesquisadores iniciantes já descobriram por experiência. Isso se prova pelos incontáveis exemplos de filhos que recebiam os sobrenomes de seus ramos paternos enquanto suas irmãs recebiam os dos ramos maternos. Mas até essa regra poderia variar, como ocorreu no caso de meu trisavô Pedro Gomes de Moraes, que recebeu os sobrenomes da família de sua mãe Maria Tereza da Paz, muito provavelmente pela maior importância da família dela, que pertencia à aristocracia rural sul-fluminense.

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Theodora

Minha bisavó Theodora Maria da Conceição foi uma mulher afrodescendente, filha de Felipe Rangel e Maria Laurinda da Misericórdia – ou Maria Gaspar – e natural de Bananal de Itaguaí, hoje Seropédica, Rio de Janeiro. Como tudo mais nesse ramo de minha árvore materna, as informações têm sido encontradas com base em muita pesquisa documental, nem sempre frutífera, e com relevante auxílio da genealogia genética.

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Ausente

Embora sejam fontes preciosas de informação, os inventários nem sempre estão acessíveis para o genealogista. Poucos sobreviveram aos maus cuidados e, dentre os que sobreviveram, apenas a menor parte foi digitalizada e pode ser solicitada aos órgãos que os guardam. Em dois textos anteriores, explorei a riqueza de informações – evidências de casamentos mistos e de filhos havidos fora do casamento – que se pode encontrar nesses documentos.

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