Escrava

É comum acreditar que famílias estabelecidas há séculos no Brasil tenham em sua composição genética elementos dos três grandes grupos formadores: o indígena, o europeu e o africano. Pelo mesmo raciocínio, isso não ocorreria em famílias estabelecidas mais recentemente, por volta do século XX, por exemplo, nas quais um desses elementos poderia existir de forma exclusiva – caso de minha família paterna. Mas a realidade é mais complexa do que pode parecer, pois esse raciocínio se baseia na crença de que os elementos indígena e africano (escravizado) estavam presentes apenas no Brasil. Como talvez você já saiba – ou deva ter deduzido – o raciocínio está equivocado e precisa ser desconstruído.

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Genoma

É interessante observar crescimento do interesse pelos testes genéticos em pessoas sem conhecimento específico na área, mas que se interessam em conhecer sua história familiar. Essas pessoas engrossam a quantidade de membros de páginas no Facebook dedicadas a esses testes. Ainda mais interessante é descobrir que essas pessoas buscam as páginas na tentativa de fazer sentido das informações que recebem das empresas que analisaram seus DNAs. Eu pergunto: mas não seria obrigação dessas empresas prover esse sentido?

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Neandertal

[A paleogenética] nos ensinou que os quase-macacos evocados nas primeiras descrições de Neandertais eram na verdade homens loiros ou ruivos, de pele e olhos claros, que poderiam passar por europeus do norte. Hoje sabemos que se um Neandertal vestido pegasse o metrô conosco, poderia até passar desapercebido. _ Neandertal, nosso irmão: Uma breve história do homem – Silvana Condemi, François Savatier, Benoît Clarys e Fernando Scheibe

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Coleção

Os quatro livros digitais da coleção Genealogia Prática podem ser adquiridos no sítio da Amazon e lidos no celular, no computador de mesa, nos vários dispositivos Kindle ou no tablet. Eles abordam questões frequentemente apresentadas pelos interessados pela pesquisa genealógica.

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