Bisas

Quando as pistas documentais se tornam menos informativas – ou até escassas – e não existem mais parentes vivos que se lembrem de factos que permitam elucidar a história familiar, talvez os testes genéticos possam vir ao nosso auxílio. Meu ramo familiar paterno é português e bem documentado em ambos os costados – avô e avó – até o século XVII. O mesmo não ocorre com meu ramo familiar materno, pois meus quatro bisavós eram filhos de pais desconhecidos. Essa situação persistiu até que consegui elucidar a paternidade de um de meus bisavôs – João Pereira Belém, pai de meu avô Enéas – em caso já descrito aqui no blogue e cuja ratificação ocorreu por meio de testes genéticos feitos por mim e por quatro de meus primos maternos – leia aqui e aqui.

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Retrato

João de Godoy Moreira […] foi um cidadão que teve em S. Paulo sua pátria […] Foi abundante em cabedais e possuía uma fazenda de cultura onde as vinhas lhe davam vinho com fartura. Foi casado com Euphemia da Costa Motta, natural de S. Vicente, irmã do capitão-mor de Itanhaém, Vasco da Motta, e do reverendíssimo padre Antônio Raposo, pároco colado da igreja da vila de S. Vicente, da qual tomara posse em 1611.

In: LEME, Luiz Gonzaga da Silva. Genealogia Paulistana.

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Bruna

Ao olhar os matches autossômicos (Family Finder) no sítio do FamilyTreeDNA, como faço com frequência, encontrei uma nova indicação com 24cM compartilhados e indicação de parentesco de prima entre o terceiro e o quinto grau. Como havia uma árvore disponível, decidi explorar, embora os usuários do FTDNA nem sempre forneçam muitas informações em suas árvores. Essa usuária específica – Bruna – forneceu dados até seus avós maternos e paternos, mas sem detalhes quanto aos locais e datas de nascimento e óbito. Mas dois sobrenomes chamaram minha atenção – Morais para a avó paterna e Sales para a avó materna -, pois também são encontrados em minha árvore.

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