Thais

Sou entusiasta dos testes genéticos, pois eles já me ajudaram a confirmar uma análise documental que poderia conter alguma falha de interpretação e a descobrir primos distantes com quem agora mantenho contato quase cotidiano. Esse entusiasmo se manifesta em minha disposição de testar não apenas meu DNA, mas também os de meus primos, especialmente do ramo materno, que apresenta muitas dificuldades, pois ambos os meus bisavós desse ramo foram filhos de mães solteiras.

(mais…)

Baixada

ANTÔNIO DO LAGO PREGO – juiz ordinário em 1640, n. por volta de 1586, fal. filho de André Rodrigues do Lago e de Madalena Gonçalves Prego, naturais de Viana do Castelo, casado no Rio (Sé, 1º, 3v) a 19.6.1616 com Maria da Cunha, filha de Domingos Nunes Sardinha (fal. antes de 1616) e de Maria da Cunha – Fonte: RHEINGANTZ, C.G. Primeiras Famílias do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Livraria Brasiliana Editora. Volume II, 1965, p. 381.

(mais…)

Nely

Algumas árvores de família são como pinheiros, que crescem para cima de forma bastante pronunciada, principalmente porque quem as cultiva se preocupa apenas em documentar sua ascendência direta, deixando de lado os tios e primos que possa ter e mesmo conhecer. Outras árvores são como arbustos, que se espalham sem muita esperança de crescimento vertical por falta de documentos dos ascendentes de ambos os costados ou pela pobreza de informação encontrada nos documentos disponíveis. Ainda outras árvores, enfim, se apresentam meio tortas, pois alguns ramos crescem com vigor enquanto outros parecem destinados ao fracasso. À exceção do primeiro caso, que parece resultar de uma escolha consciente, os outros dois resultam de infortúnios e costumam ocorrer em famílias que descendam de pessoas escravizadas, como é o caso da minha.

(mais…)